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Anagrama
(Arth Silva)

Ana que não ama
só por medo de amar
O ditado foi editado
Se te dizem “não pise na grama”
“então vamos deitar e rolar”

No jardim da Loucura
ninguém rega as regras
Ser igual não traz igualdade
Mas na falta da mentira
... Invente a verdade...

Ana, tu és um anagrama
de si mesma
Não em ordem crescente
muito menos de trás para frente
Brasa fria
Brisa quente

O inevitável não se evita
E nessa ironia corrosiva
de um barulho surdo
Só se consegue
o impossível
fazendo-se o absurdo

Diversas divergências a bailar
Onde até o imPAR
tem seu PAR
Contradiga o que não disse
Nunca diga o que falar

A vida é muito curta
para ser pequena
Então curta antes que acabe
Só cabe a nós viver assim...
Pois foi no princípio
...Que deus criou o FIM...

5 comentários oníricos::

DOM DE OLIVEIRA disse...

Salve, salve poeta do nosso Brasil! Como dizia àlvares " a poesia é a luza da mocidade" poetizemos, então, a vida!... Valeu pelo incentivo.

Grande abraço!

Dom de Oliveira
www.amuiraquita.blogger.com.br

Thaiane disse...

Ma-ra-vilho-so!

Como eu gosto das tuas poesias!

:D

cloacapublica disse...

Uma música do Engenheiros.

Thaiane disse...

Super obrigada pelos parabéns, Arth! :D

Luciana Velasco disse...

COMO ASSIM.. merda, to emocionada.. nao sabia q vc tinha colocado aqui.
*-*



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Toda e qualquer semelhança com fatos reais é mero plágio da vida.