Ela só não batia na cara dele
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quinta-feira, 5 de junho de 2014
segunda-feira, 1 de julho de 2013
sábado, 20 de abril de 2013
Zona indígena
(Arth Silva)
As prostitutas da tribo
Kayapó sempre achavam um tédio
sair à noite para fazer
"programa de índio".
domingo, 7 de abril de 2013
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
domingo, 21 de outubro de 2012
sábado, 30 de junho de 2012
Transito lascivo
(Arth Silva)
Era ótimo motorista.
Até que as curvas da dançarina
fizeram-no perder o freio.
sábado, 23 de junho de 2012
domingo, 10 de junho de 2012
domingo, 3 de junho de 2012
Dobraduras do amor
(Arth Silva)
Emotivo, tinha o coração de papel.
Então se apaixonou pela talentosa artista de rua
que fez do seu coração um lindo origami.
sábado, 26 de maio de 2012
Libido literário
(Arth Silva)
Tinha por ela tinha um fascínio sexual tão grande que,
qualquer frase que continha seu nome, para ele
já era um microconto erótico.
sábado, 19 de maio de 2012
Furto
(Arth Silva)
Era um mendigo.
Tão pobre que passava os dias na miséria.
Tão pobre que passava os dias na miséria.
Mesmo assim lhe roubaram. Os órgãos.
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Pranto açucarado
(Arth Silva)
Suas lágrimas eram tão doces que, sempre que chorava, formigas rodeavam-na.
domingo, 18 de março de 2012
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Aqui ou em qualquer lugar
(Arth Silva)
− Amor, queria transar, mas aqui você só tem uma cama de solteiro... É apertado, acho que não vai rolar.
− Não se preocupe meu bem, o meu chão é de casal.
domingo, 5 de fevereiro de 2012
domingo, 22 de janeiro de 2012
Casamento de cinema
(Arth Silva)
No filme do casório, ela não se contentava com o ator principal.
Era o dublê quem fazia as cenas de ação.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Sonho à mão livre
(Arth Silva)
Rejeitado pela mulher dos seus sonhos, enfim decidiu acordar.
Com tinta e pena desenhou-a em seus punhos.
Só assim pôde tela em suas mãos.
domingo, 13 de novembro de 2011
Piada pessoal
(Arth Silva)
Hoje, morri de rir de um palhaço na TV.
Era um homem patético que encenava a vida em piadas infames e sorrisos amadores. Até o momento em que me dei conta de que aquilo não era uma TV, e sim um espelho.
Era um homem patético que encenava a vida em piadas infames e sorrisos amadores. Até o momento em que me dei conta de que aquilo não era uma TV, e sim um espelho.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
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Este é um blog de sonhos cotidianos.
Toda e qualquer semelhança com fatos reais é mero plágio da vida.














