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sábado, 9 de outubro de 2010


Essa música fiz há tanto tempo que não me lembro mais qual é o ritmo no violão, apenas transcrevi como estava no caderno de esboços. Sem dúvida meu texto mais meloso, prometo não repeti-lo.





Predicado (ou conjugue mal conjugado)
(Arth Silva)


Am.........................G
Eu não sei pra onde ir
................D................... C
Mas não me peça pra voltar
Am.....................G
Bússola no bolso
D..................C
Fôlego sem ar

Am..............G

Sou agulha
D.....................C
Perdida no palheiro
Am.................G
Flor de obsessão
D................. C
Desencanto do canteiro

Am....G............D..........G
Para sempre e nunca mais
D.........G
nunca mais

Am............. G.... D..............C
Sujeito ao seu jeito complicado
....Am..................G
Na sua vida fui sujeito?
........D.................G... D... G... G... D... G
Ou apenas predicado?

Am .......................G
Eu fingi não ter ouvido
...........D......................C
Você fingiu não dizer nada
Am...........................G
Conjugue mal conjugado
C.......Am....... G... D... G... G... D... G
Verbo que não fala
Am....G............ D.........G
Para sempre e nunca mais
D.........G
nunca mais




Expondo cada espasmo
Ano a ano
Mesmo a esmo
continuo um patético e desengonçado
Clone de mim mesmo

domingo, 8 de novembro de 2009

Música que fiz sem nenhuma pretenção. Aquele com mais talento musical que esse que lhes escreve, desde que simpatizado com os versos, está livre para vitaliza-los e transforma-los em canção.


Verso do seu lado(Arth Silva)


Am......F........C...............................G
Sei de cor a cor dos seus olhos castanhos
Am......F........C.....................G
E ser tão igual às vezes é estranho

Am........................................F
No forno um sorriso para o seu jantar
C....................................G
Deixei queimar toda tristeza
Am....................................F
Para amanhecer eu não preciso acordar
........C..........................G
Pro seu café eu faço a mesa


Am............F...........C........................G
Gosto do gosto do céu da boca estrelado
Am............F...........C.................................G
Testo meu texto, rabisco um verso do seu lado

Am...............................F
Lápis de cor no bolso para pintar
........C................................G
Em cada instante um "pra sempre"
Am...............................F
Nuvem de algodão no céu a voar
.........C...........................G
Tem seu desenho de repente

Am......F...........C................................G
Seu olhar de cinema mudo, muda o mundo
Am.........F.............C..............................G
Num piscar, toda vida muda em um segundo

Refrão:
F.........G.......................Em

Vai saber pra onde eu vou
..................Am
Ou o que sou
F............G...........Em.......................Am
Mas contigo eu estarei pra onde eu for
F......G....................Em...................Am
O futuro é uma lembrança que eu terei
F............G...............Em..................Am
Meu presente conjuguei num beijo seu


F.........G.......................Em
Vai saber pra onde eu vou
..................Am
Ou onde estou
F............G...........Em.......................Am
Mas contigo eu estarei pra onde eu for
F......G....................Em...................Am
O futuro é uma lembrança que eu terei
F............G...............Em..................Am
Meu presente conjuguei num beijo seu

Am.................F
Beijo, bocejo, pipa, papagaio
G...............................Am
Nenhum caso é por acaso...
Am.................F
Beijo, bocejo, pipa, papagaio
G...............................Am
Nenhum caso é por acaso...

Am..........................................F
Nuvem de algodão no céu a voar...

domingo, 26 de abril de 2009

A técnica de rimas rápidas foi usado porque o poema tinha o intúiuto
de ser a letra de uma canção punk/hard-core.


Pecado Capital
(Arth Silva)

O Brasil se apaga em brasa
O país se afoga em fel
Qualquer palavra é palavrão
Letras pequenas no papel

Um país uma paixão
no difícil vício de viver
No war que se respira
Na derrota de vencer

Pecado capital
Eva, Serpente e Adão
no paraíso fiscal
Até quando eu vou cantar esse refrão?

Dúvida eterna
Divida externa
E a carteira ainda não tem identidade
Dívida eterna
Dúvida externa
É matar ou morrer...
Sem dó nem piedade

O partido está partido
Triste trópico
Sonho utópico
Verde, amarelo, azul, anil...
“Acorda Brasil!Porque eu vou dormir”



Este é um blog de sonhos cotidianos.
Toda e qualquer semelhança com fatos reais é mero plágio da vida.